Debate sobre exoneração expõe divergências no PMDB de Blumenau
Ex-presidente da legenda reclamou da direção do partido
— Tiraram do governo quem teve o melhor desempenho entre nossos membros. A Neusa tem um perfil inquestionável para a área social.
Sitonio acusa o presidente da sigla em Blumenau, Lúcio César Botelho, e o secretário regional Paulo França (PMDB) — a quem chamou de “pé-frio” — de terem conduzido de forma unilateral as negociações.
— O Paulo França, que nunca ganhou nada, agiu por motivação pessoal, pois não gosta da Neusa — disparou.
Sitonio alega que um acordo previa a indicação dos suplentes de vereador Marlene Schlindwein, Álvaro Pinheiro e José Luis Gaspar Clerici. Como só os dois primeiros foram indicados, avalia que faltou clareza de critérios.
França não quis comentar as declarações, dizendo apenas que “ele está fora, está longe, e nós estamos aqui trabalhando, articulando”. Botelho argumentou que não foi procurado por Sitonio para tratar do assunto, mas que, se isto acontecesse, não fugiria do diálogo:
— O Sitônio se ressentiu pela Neusa, que não vou dizer que não fez um bom trabalho. Mas nossa intenção foi valorizar os membros do partido com aceitação nas urnas.
JORNAL DE SANTA CATARINA (RBS)



